Minha jornada no tarô: O começo…

Coisa mais linda…

Yo pessoal, cá estou eu aqui pra falar sobre algo que tem sido um aprendizado super interessante e importante na minha vida, mas que eu nunca soube como expressar: tarô.

Muita gente (como eu antigamente) tem preconceito com tarô porque vê como uma arte de adivinhação, comunicação com os mortos, etc. Coisas que num país com raízes católicas obviamente é visto como errado. E tudo bem não querer se envolver por causa das suas crenças. Mas pra mim o desafio de aprender sobre o tarô tem sido extremamente gratificante e eu tenho aprendido muito, principalmente sobre mim mesma, com meu baralho.

Porque sim, eu particularmente vejo tarô como uma ferramenta de autoconhecimento. Uma forma de se ver melhor, entender sua jornada pessoal e se aprofundar em aspectos diferentes da sua vida. Afinal, cada carta é apenas um espelho de nós mesmos. Elas só servem pra trazer à tona partes do nosso consciente e inconsciente que muitas vezes não prestamos atenção, enquanto estamos no piloto automático da vida.

Algumas das experiências muito loucas que eu tive com meu primeiro baralho, que inclusive comprei normalmente pela internet mesmo e não peguei de ninguém porque essa conversa não existe: Tirando uma carta por dia, já teve várias vezes que, por não registrar em um caderno o que eu tinha acabado de ver e analisar, eu esqueci qual a carta que eu tinha tirado. Daí começava a embaralhar as cartas feito louca achando que tinha memória de peixe até que cortava o baralho e estava lá, a carta que eu tirei, logo no espaço que eu olhei.

Também já tirei cartas tão perfeitas pra cada dia que não sei nem explicar como elas fizeram tanto sentido pra mim. Já tirei uma carta, Daughter of Pentacles (desculpa pelos nomes em inglês mas é como ela está no baralho – acredito que essa é a Filha/Pajem de Ouros). Ela é uma gazela graciosa com um arco-íris representando a esperança acima dela. Quando eu vi esse arco-íris pensei no quanto seria lindo se o universo me mostrasse um arco-íris como confirmação de que tudo ficaria bem – e depois de uma caminhada, lá estava o arco-íris no céu.

Ficou curioso? Quer começar a aprender sobre tarô? Já comprou um baralho mas ainda não leu nada por nervosismo? Faz assim:

  1. Não seja como eu.
    Sério. Anote tudo que você aprender e lembrar de cada carta do tarô, seja do Arcano Maior ou Menor. Tire uma carta por dia e anote tudo que aconteceu no dia e como a carta teve relação com isso. Leia sobre tarô em outros sites.
  2. Estude mas não demais.
    Não se apegue tanto ao livrinho que muitas vezes vem com seu baralho, ou às descrições da internet. Muitas vezes o sentido da carta é individual e você é que vai decodificar com sua própria intuição. Preste atenção nos detalhes das ilustrações, o que te chama atenção, o que te fez sentir de uma certa forma, e vá por esse caminho. Só procure no livro se você realmente estiver inseguro ou pra confirmar certos aspectos da sua leitura.
  3. Divirta-se!
    Sério, tarô pode ser bem divertido se você gosta de exercitar sua intuição. Então não se leve tanto a sério, e divirta-se!

    É isso aí, espero que tenham achado esse post informativo. À medida que for aprendendo vou dar mais dicas de como ler e interpretar tarô, e eventualmente, de como ler pra outras pessoas então fiquem atentos! kkk.

    Dany.